quinta-feira, 5 de abril de 2018

Quem tem Alergia Alimentar pode ir a Escola?

Sempre haverá riscos, seja em casa, no parquinho ou na escola. Mas é necessário que seu filho(a) conviva com outras crianças e tenha uma vida social na medida do possível normal.  
Por isso, antes de fazer a matrícula em alguma escola ou creche você deve pesquisar bastante, saber se tem outras crianças com alergia alimentar já matriculadas, quantos funcionários estão disponíveis por criança e tente conversar com outros pais. Visite a cozinha e a copa e procure saber se os funcionários da cozinha, professores e cuidadores sabem a diferença entre alergia e intolerância alimentar, pois essa informação é muito importante para minimizar os riscos de uma reação grave. 
Encontrando um estabelecimento de ensino que te passe confiança, explique sobre alergia do seu filho(a), mostre que está tudo sob controle, se for necessário leve material ilustrativo sobre alergia alimentar e solicite ao médico responsável um relatório sobre a alergia do seu filho(a) e quais medicamentos devem ser utilizados no caso de uma reação. Deixe bem claro que os responsáveis devem ser avisados imediatamente quanto a qualquer intercorrência, mesmo que a criança já tenha sido medicada. 


sexta-feira, 14 de outubro de 2016

ALERGIA A NÍQUEL: É PRECISO FAZER DIETA?

O níquel é um dos metais mais tóxicos da tabela periódica, estando relacionado a numerosos problemas de saúde, notavelmente nas dermatites de contato. Está presente no solo e em inúmeros alimentos. O corpo humano necessita de uma pequena quantidade deste metal, sendo a ingestão média estimada em 150-700 mg/dia. Esta variação é dependente da quantidade de alimentos de origem animal (baixo níquel) e de origem vegetal (alto níquel) consumida. algumas pessoas podem desencadear uma reação alérgica por ingestão de alimentos ricos em níquel ou por contato. Estudos apontam que pelo menos 15% da população humana sofrem com alergia a níquel.
Indivíduos que trabalham com niquelagem, podem desenvolver carcinoma nasal e pulmonar, inflamação pulmonar e necrose hepática.
Uma dieta com alto conteúdo de níquel pode afetar os níveis de outros nutrientes e, mais do que isto, a deficiência de alguns nutrientes (ferro, cobre, zinco, ácido ascórbico, entre outros).
Uma dieta isenta de níquel pode ajudar pacientes que fizeram testes alérgicos com resultado positivo para essa substância. Alergia a níquel pode causar eczema persistente e outros tipos de dermatites, normalmente no pulso, lóbulo da orelha e na altura do abdômen. Também deve ser evitado contato físico com itens que tenham em sua composição esse metal, como, jóias, chaves, grampos de cabelo. Lembrando que utensílios de cozinha em inox também contém níquel em sua composição.

A combinação de uma dieta isenta de níquel e a retirada de itens que contenham essa substância pode aliviar os sintomas em pacientes que tenham desconforto gastrointestinal provocado por essa alergia.

O mecanismo de absorção do níquel ingerido no corpo não é compreendido inteiramente ainda, alguns estudos mostram que a vitamina C e o ferro são capazes de diminuir a absorção do níquel dietético. Os alimentos conseqüentemente ricos em ferro e os suplementos de vitamina C podem ajudar a reduzir a quantidade de níquel absorvida pelo corpo.

Alimentos com alto teor – Cacau (pó de cacau puro 9,8 ug / g, chocolate amargo 2,6 ug / g, chocolate ao leite 1,2 ug / g), caju (5,1 ug / g), framboesa, abacaxi, figo, tâmara, ameixa, espinafre (0,39 ug / g), couve, feijão (principalmente feijão vermelho 0,45 ug / g), broto de feijão, lentilha, trigo integral, farinhas de multigrãos, farelo de aveia, arroz integral, castanhas, sementes, soja, camarão, ostra, salmão, bebidas achocolatadas e sucos cítricos e de maça, iogurte de framboesa ou de frutas cítricas.

Produtos enlatados não são recomendados.
Carrapatoso, Isabel, et al. "Dermatite endógena induzida pela ingestão de níquel: a propósito de dois casos clínicos." (2004).

http://www.ufpa.br/getsolda/docs_graduacao/trab_niquel.pdf.
Matthew J. Zirwas, MD.  Matthew A. Molenda, MD. Dietary Nickel as a Cause of Systemic Contact Dermatitis. J Clin Aesthet Dermatol. 2009 Jun; 2(6): 39–43.


terça-feira, 16 de agosto de 2016

Alergia Alimentar e Anafilaxia

Anafilaxia é uma reação alérgica grave, que começa subitamente, entre menos que um minuto e até duas horas após a exposição a um alérgeno alimentar ao qual a pessoa desenvolveu um tipo de hipersensibilidade, e que se não for socorrida rapidamente, pode ser fatal.
Quando o corpo é exposto a substâncias que ele considera perigosas, ativa seu sistema imunológico, que produz anticorpos. No entanto, algumas pessoas tem uma reação exagerada do próprio corpo a substâncias ordinariamente inofensivas, produzindo sintomas de alergia. Em geral esses sintomas são incômodos, mas não causam perigo de morte. Contudo, algumas pessoas podem desenvolver essa hipersensibilidade, tendo reações alérgicas severas que levam à anafilaxia.
Não só alimentos podem causar anafilaxia, outros alérgenos podem levar a este quadro como:
  • Medicações, especialmente penicilina, analgésicos, antiinflamatórios não hormonais e antibióticos.
  • Picadas e ferroadas de insetos como abelhas, marimbondos, vespas ou formigas de fogo, entre outros.

quinta-feira, 11 de agosto de 2016

Amamentação e seus benefícios

Benefícios da Amamentação

A amamentação é uma das atividades mais naturais e benéficas para a mãe e para o bebê. Nenhuma outra ação da mãe terá um impacto tão profundo na saúde atual e futura do seu bebê.
Nenhum leite de substituição consegue reproduzir as propriedades únicas do leite materno, independentemente de quantas vitaminas, minerais e suplementos se adicionem ao que é, no fundo uma formulação química.
O leite materno é o único alimento natural, completo e complexo para os bebês. De igual importância é o fato de a amamentação promover a criação de um laço extraordinário entre a mãe e o bebê, algo que só uma mãe pode dar.
Vantagens para o Bebê
  • O leite materno contêm tudo o que o seu bebê precisa: proteínas, lipídios, lactose, vitaminas, ferro e outros minerais, água e enzimas nas quantidades exatas para o crescimento e desenvolvimento ideais.
  • Os bebês amamentados são mais saudáveis. O leite materno contêm substâncias que impedem o crescimento de bactérias nocivas ao intestino, que causariam infecções gastrointestinais e diarreia.
  • Os bebês amamentados têm menos infecções no ouvido médio, menos infecções respiratórias e um risco reduzido de desenvolver alergias, câncer, diabetes infantil e obesidade.
  • Os bebês amamentados têm um risco reduzido de Síndrome de Morte Súbita infantil (SMSI).
  • Amamentar um bebê prematuro reduz o risco de desenvolver enterocolite necrótica.
  • O leite materno é limpo, livre de bactérias e tem propriedades anti-infecciosas.
  • O leite materno tem a temperatura adequada e não necessita de preparação. Está disponível sempre que o seu bebê precisar.
  • Os bebês amamentados têm menos tendência para desenvolver diabetes, doenças cardíacas, eczema, asma e outras doenças ao longo da sua vida.
  • A amamentação melhora o desenvolvimento cerebral. Estudos comprovam que há um melhor desenvolvimento e acuidade visual em crianças que foram amamentadas.
  • Amamentar é mais do que alimentar. Reforça a ligação emocional entre a criança e a mãe e proporciona calor, amor e afeto.
Vantagens para a Mãe
  • Amamentar reduz as hemorragias pós-parto e o risco de anemia.
  • Dar de mama ajuda a mãe a recuperar a sua silhueta normal rapidamente.
  • Amamentar atrasa o regresso da fertilidade.
  • A amamentação tem um efeito protetor contra diversos tipos de câncer, tais como o câncer de mama e dos ovários, e contra a osteoporose.
  • As mães que amamentam sentem frequentemente mais autoconfiança e melhor adaptação aos seus bebês.
  • O leite materno está sempre disponível e poupa tempo, dinheiro e energia.
  • Os bebês amamentados são mais saudáveis, o que reduz o absentismo das mães no local de trabalho.

quarta-feira, 10 de agosto de 2016

Causas da Alergia Alimentar

O sistema imunológico tem a função de defender o corpo de substâncias nocivas, como vírus, toxinas e bactérias. Os alimentos normalmente são inofensivos a saúde, mas podem desencadear uma resposta imunológica em algumas pessoas. A alergia alimentar é uma reação produzida pela imunoglobulina E (IgE), relacionada a um alimento específico.

Na alergia alimentar o sistema imunológico produz anticorpos e histamina em resposta a um alimento especifico, gerando reações rápidas em até duas horas após a ingestão. Qualquer alimento pode causar uma reação alérgica, mas os principais são: leite, ovo, soja, trigo, amendoim, frutos do mar, peixes e nozes.

A alergia alimentar geralmente começa na infância, mas pode ocorrer em qualquer idade. Muitas crianças felizmente conseguem produzir tolerância aos alimentos alergênicos por volta dos cinco anos. Mas, alergia a nozes, frutos do mar, peixes e amendoim tendem a durar por toda vida.

A intolerância alimentar é muito mais comum e normalmente é confundida com a alergia alimentar, a grande diferença é que a intolerância não tem a participação do sistema imunológico e seus sintomas normalmente são gastrointestinais. 

terça-feira, 9 de agosto de 2016

Receita de Coxinha sem leite, sem ovo e sem trigo

Ingredientes

Massa:
1 unidade grande de batata (215g)
1 colher (sopa) de sal 
1/2 colher (sopa) de óleo
2 ¾ xícara (chá) ou 620 ml de água 
1 xícara (chá) de flocos de milho pré cozido peneirado
1 ¼ xícara (chá) de amido de milho


Recheio:
200g peito de frango desossado e sem pele
1/2 colher (sopa) de óleo
½ colher (chá) de sal 
½ cebola pequena picada (40g)
1 tomate pequeno (94g)
1 ½ colher (sopa) de salsinha
½ colher (chá) de colorau
1 dente grande de alho (2g)
1 colher (sopa) de molho de tomate


Para empanar:
200 ml água filtrada
½ xícara (chá) de farinha de mandioca


Preparo


Recheio
Primeiro cozinhe o peito de frango em pressão por cerca de 15 minutos.
Após cozido, desfie o peito de frango e refogue em uma panela com o óleo, cebola, alho e tomate, acrescente o colorau, o sal, o molho de tomate e por último a salsinha. Reserve o frango refogado.


Massa
Em uma panela de pressão, cozinhe a batata por cerca de 8 minutos. Após cozida, esprema a batata e reserve. 
Em uma panela coloque o óleo, a água e o sal e espere ferver. Quando começar a ferver acrescente os flocos de milho pré cozidos peneirados e o amido de milho peneirado e mexa até a massa desgrudar do fundo da panela. Desligue o fogo e acrescente à massa a batata espremida, mexa até formar uma massa homogênea. Deixe a massa esfriar e em seguida faça bolinhas. Com os dedos faça um buraco na bolinha e coloque o recheio. Feche o buraco e puxe a massa fazendo o bico da coxinha. Empane as coxinhas em água filtrada e na farinha de mandioca temperada e dore na air fryer sem óleo.

O que é Alergia Alimentar

Alergia alimentar é uma reação do sistema imunológico que ocorre logo após a ingestão de um determinado alimento. Mesmo uma pequena quantidade do alimento pode causar alergia em algumas pessoas e desencadear sinais e sintomas, que costumam variar de gravidade. Em alguns casos, a alergia alimentar pode levar a reações graves como anafilaxia, levando à risco de vida.
 
A alergia alimentar afeta de 6 a 8% das crianças com menos de três anos de idade e até 3% dos adultos. Algumas crianças superam sua alergia alimentar à medida que crescem, mas algumas alergias podem durar por toda vida.
 
É fácil confundir alergia com intolerância alimentar, que é uma reação muito mais comum. Esta última, no entanto, é menos grave que uma alergia alimentar e não envolve o sistema imunológico. 
 
www.minhavida.com.br

Tratamento de Dessensibilização às Proteínas do Leite de Vaca no Rio de Janeiro

A Clínica de Alergia da Policlínica Geral do Rio de Janeiro já realiza o tratamento de dessensibilização desde 2014, assista o vídeo abaixo.




http://globotv.globo.com/rede-globo/bom-dia-rio/t/edicoes/v/meninas-com-intolerancia-ao-leite-provam-novos-alimentos-pela-primeira-vez/2941896/

segunda-feira, 8 de agosto de 2016

Você conhece o Tratamento de Dessensibilização para Pacientes com Alergia às Proteínas do Leite de Vaca - APLV?

Não! Então convido à todos que tem interesse sobre esse tratamento ler a matéria abaixo. Explica quando o tratamento surgiu, onde e quem difundiu ele no Brasil. Mostra quais os estados que estão fazendo inclusive o Rio de Janeiro.

domingo, 27 de abril de 2014

O Papel do Nutricionista nas Alergias Alimentares


O crescente aumento das alergias e intolerâncias alimentares nas crianças faz com que uma abordagem mais ampla, porém individualizada, seja necessária. Muitas crianças apresentam alergia a mais de um alimento ou também alergia e intolerância associadas. Em qualquer um dos casos é necessário o acompanhamento apropriado.

Consultar um nutricionista é essencial para que os pais obtenham as informações necessárias à escolha dos alimentos adequados e seguros para seus filhos. A avaliação do nutricionista é importante para o tratamento e prevenção de deficiências nutricionais e subseqüente distúrbio do crescimento. Como as dietas de eliminação podem levar à desnutrição ou a outros efeitos adversos, deve-se fazer o possível para assegurar que as necessidades nutricionais do paciente sejam atendidas e que o paciente e/ou responsável sejam totalmente instruídos sobre o manejo nutricional.

Um estudo recente apontou que a maioria dos pais são incapazes de identificar ingredientes alergênicos  comuns. As informações nos rótulos dos alimentos precisam ser melhoradas, assim como a instrução abrangente dos pais, crianças e outros cuidadores para que leiam atentamente o rótulo do produto. Buscar informações sobre ingredientes específicos fora de casa é essencial para evitar exposição acidental aos alérgenos. Contaminação cruzada e erros nos alimentos embalados encontrados em lojas e restaurantes são obstáculos adicionais.

O acompanhamento nutricional também inclui orientações em relação à composição dos alimentos e seus derivados para que sejam feitas as restrições adequadas e até mesmo sugestões de receitas. “Tudo isso também é de grande relevância para que haja melhor adesão ao tratamento e, com isso, um resultado mais breve”.

quarta-feira, 26 de dezembro de 2012

DICAS DE VERÃO


 

Com a chegada das festas de fim de ano e o clima quente do verão que nos leva a vários encontros sociais, aumenta o consumo de bebidas alcoólicas e este componente apresenta benefícios e meleficios. Por isso é preciso ter cuidado com a expressão "festa sem bebida não é festa”, conhecendo os efeitos do álcool no organismo para que ele não acabe mostrando seu efeito contrário e estragando a sua festa.

Em razão dos danos á saúde causados pelo consumo abusivo de álcool, as bebidas não são consideradas alimentos e não podem de forma alguma, substituir a alimentação.

 
 - Beba bastante líquido, como:  água, água de coco e sucos de frutas natural, é essencial  repor as  perdas do organismo.
- Use roupas leves e evitar a exposição ao sol das 10h às 16h.
- Aumentar o consumo de verduras, legumes e carnes brancas.
- As frutas contém de vitaminas e minerais, possuem alto teor de água e fibras que auxiliam no bom funcionamento do organismo.
- Evite alimentos gordurosos e frituras.
- Além do protetor solar, chapéu, boné e óculos escuros devem fazer parte no seu dia-a-dia no verão.



 



 
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terça-feira, 10 de abril de 2012

CUBO DE GELO DE COUVE E HORTELÃ
Ingredientes
1 molho de couve orgânica
1 molho de hortelã orgânica

1 pedaço de batata yacon – mais ou menos 2 cm

Aproximadamente 200ml de água mineral


Preparo

Bater todos os ingredientes no liquidificador até obter um suco grosso. Colocar o suco em forminhas de gelo e levar ao congelador.
Usar 1 cubo do gelo de couve e hortelã no suco do café da manhã ou a noite.

Usado em sucos ou vitaminas o cubo de gelo de couve e hortelã é boa fonte de vitaminas e minerais. A couve por ser uma brássica favorece o processo de detox.

Rendimento – 18 cubos (1 forma de gelo e 1/2)

Não possui valor calórico significativo

Fonte: Mundo Verde

sábado, 8 de outubro de 2011

ADOÇANTES

 A princípio o adoçante foi desenvolvido para portadores de doenças metabólicas como o diabetes. Mas a procura por este produto aumentou devido ao interesse de melhorar a saúde e manter a boa forma, já que tem o poder de adoçar muitas vezes mais que o açúcar, com a vantagem de ter uma quantidade menor de calorias.

Existem adoçantes que contêm na sua formulação sacarose ou lactose como veículo de suas substâncias edulcorantes.
Substância edulcorante é o principio ativo do adoçante, ou seja, é o responsável por conferir o sabor doce.
Adoçantes com edulcorantes artificiais (produzidos sinteticamente) são:
Ø AspartameÉ um dos mais recentes, seu poder adoçante se aproxima a sacarina. É proibido o seu consumo àqueles com fenilcetonúria (As pessoas afetadas com essa doença não conseguem fazer a conversão do aminoácido fenilalanina em tirosina, pois não possuem ou está defeituosa a enzima fenilalanina hidroxilase (PAH). Sendo assim, a fenilalanina fica acumulando no sangue e nos tecidos e há uma diminuição dos níveis de tirosina disponível, causando sérias lesões no organismo).               
Perde o sabor quando submetido a temperaturas superiores a 120 °C ou mais baixa de forma prolongada. Seu poder adoçante é 200 vezes superior ao da sacarose.
Adocyl pó; Finn pó, líquido e comprimido (Frasco branco); Gold líquido; Zero-Cal líquido, pó e comprimidos.
Ø  Sacarina SódicaProibido na França e Canadá. Nos Estados Unidos é obrigatório constar nos rótulos dos produtos que contenham este aditivo que ele é nocivo a saúde. Acredita-se que doses inferiores a 2,5 gramas ao dia não são tóxicas. Não é aconselhável o seu uso por mulheres grávidas.
Adocyl líquido; Doce menor líquido e pó; Finn líquido (Frasco
transparente); Stevia Lowçucar líquido e pó; Sucaryl líquido, pó e comprimido; Tal e Qual pó; Zero-Cal líquido (Frasco transparente); Assugrin pó e líquido; Dietil líquido.
Ø  Ciclamato de sódio É 50 vezes mais doce que o açúcar. Segundo a Organização Mundial da Saúde pode produzir cancro e mutações. Produz também alergias. Os ciclamatos estão proibidos nos Estados Unidos, Japão, Inglaterra e França. Seu uso é contraindicado para grávidas.
Adocyl líquido; Doce menor líquido e pó; Finn líquido (Frasco transparente); Stevia Lowçucar líquido e pó; Sucaryl líquido, pó e comprimido; Tal e Qual pó; Zero-Cal líquido (Frasco transparente); Assugrin pó e líquido; Dietil líquido.
Ø  Acesulfame-k – Não é metabolizado pelo organismo e tem o poder adoçante 200 vezes maior que a sacarose.
Gold pó; Línea líquido.
Ø  Sucralose – Açúcar modificado com átomos de cloro é 600 vezes mais potente que o açúcar comum. 
Splenda  pó; Línea  líquido, Gold pó.
Adoçantes com edulcorantes naturais são:
Ø  Frutose – É um monossacarídeo existente nas frutas. É utilizado para a fabricação de produtos para diabéticos, conhecido como o açúcar para diabéticos”. Porém o seu consumo deve ser controlado, já que pode ser interconvertida em glicose. A frutose metaboliza-se mais lentamente.

Ø  Manitol – Igual ao sorbitol e xylitol são álcoois que provêm dos açúcares e o substituem com poucas calorias, apresentam menos riscos para a saúde, menos possibilidade de cáries dentárias.
Ø  Sorbitol – Tem as mesmas vantagens e inconveniências que a frutose, porém pode causar diarréia se for consumido em excesso. É o adoçante geralmente utilizado nas gomas de mascar "sem açúcar". No fígado pode ser transformado em glicose e frutose.
Gold líquido; Zero-Cal líquido (Frasco branco).
Ø  Steviosídeo – Extraído da Stevia rebaudiana. Um adoçante natural, rejeitado por muitos por ter sabor característico, mas que vem se popularizando nos centros urbanos.
Stevia Lowçucar líquido e pó; Stevita líquido e pó para culinária, Doce Menor líquido.
Ø  Xylitol - Adoçante parecido com sorbitol, pouco utilizado devido ao seu custo de produção. É utilizado em gomas de mascar de valor mais elevado.
      Fonte: ANVISA

terça-feira, 4 de outubro de 2011

Diferenças entre o diabetes tipo 1 e o tipo 2

A maioria dos casos de diabetes mellitus pode ser classificada como diabetes tipo 1 ou tipo 2. O diabetes tipo 1, anteriormente conhecido como diabetes juvenil ou diabetes insulino-dependente, caracteriza-se por uma deficiência total de insulina: o pâncreas não produz ou produz uma quantidade muito pequena de insulina. Em aproximadamente 80% dos pacientes com diabetes mellitus tipo 1, essa deficiência resulta da destruição, pelo próprio organismo, das células beta das ilhotas de Langerhans do pâncreas, que são responsáveis pela produção de insulina. O diabetes tipo 1 é uma doença autoimune: o organismo identifica erroneamente as células beta como corpos estranhos e, por isso, as ataca. Somente 5% a 10% dos pacientes com diabetes possuem a doença do tipo 1, que se desenvolve mais comumente na infância ou na adolescência e não está associada à obesidade.
Já o diabetes tipo 2 não é uma doença autoimune. Ele ocorre quando há uma combinação de deficiência (secreção inadequada de insulina em relação aos níveis de glicose do sangue) e de resistência à insulina (redução da capacidade da insulina de estimular a captação de glicose). Embora a resistência à insulina pareça ser hereditária, a obesidade frequentemente contribui para seu desenvolvimento. Aproximadamente 90% a 95% dos pacientes com diabetes têm diabetes tipo 2, que é mais comumente diagnosticado após os 30 anos de idade, mas também é cada vez mais observado em crianças e adolescentes.
A disfunção das células beta e a resistência à insulina são as primeiras características de intolerância à glicose e constituem a base para o desenvolvimento do diabetes tipo 2. Embora a contribuição relativa dessas anormalidades para a evolução do diabetes varie entre os pacientes e, com o decorrer do tempo, de maneira diferente para cada paciente, a disfunção das células beta e a resistência à insulina agem em conjunto para causar a hiperglicemia, que caracteriza a doença.
Aproximadamente 80% das pessoas com diabetes mellitus tipo 2 são obesas, isto é, possuem índice de massa corporal (IMC) maior que 30 kg/m2. Entretanto, o IMC não reflete de maneira precisa a distribuição de gordura; o maior risco do diabetes tipo 2 está associado à obesidade visceral, na qual a gordura está depositada no tecido subcutâneo em regiões intra-abdominais (vísceras).
Adaptado da Associação Americana de Diabetes e do Manual Merck

quinta-feira, 29 de setembro de 2011

Os produtos diet são regulamentados pela Portaria SVS/MS nº. 29/1998, da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA). As bebidas diet são regulamentadas pela Instrução Normativa 29/99 do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa).

A ANVISA exige que todo produto diet contenha no rótulo a frase "Consumir preferencialmente sob orientação de nutricionista ou médico". Além disso, é aconselhado um alerta aos diabéticos quando o alimento contiver glicose, frutose ou sacarose, e o aviso "Contém fenilalanina" quando houver adição de aspartame à fórmula. No caso de alimentos que possuem em sua composição trigo, aveia, cevada, centeio e derivados, o rótulo deve conter a advertência “Contém Glúten”. Caso contrário, “Não contém Glúten”.

O termo só pode ser aplicado a alimentos destinados a dietas com restrição de nutrientes, como carboidrato, gordura, proteína ou sódio. Um chocolate diet, por exemplo, não contém açúcar. A bebida diet deve possuir um teor de açúcar menor que 0,5g/100ml - esse limite pode ser maior nos refrigerantes dietéticos em que é adicionado suco de fruta.

Os consumidores de produtos diet normalmente apresentam condições metabólicas ou fisiológicas específicas. Precisam de alimentos especialmente formulados, que eliminam ou substituem algum componente como o açúcar (diabéticos), e o sal (hipertensos).

É comum produtos diet serem associados a emagrecimento, mas muitas vezes o valor energético não é menor do que o de produtos convencionais. Pode até ser maior. O chocolate diet  não contém açúcar, mas é gorduroso e calórico – mais que o similar não diet. Em outros casos, o nutriente eliminado (sódio ou proteína, por exemplo) pode não interferir na quantidade de calorias.

No chocolate diet, o açúcar é substituído pelo adoçante. Para preservar a consistência e torná-lo mais palatável, o fabricante muitas vezes adiciona gordura à fórmula, por isso o valor calórico aumenta. Assim, o produto é indicado para os diabéticos, mas não traz vantagem para quem quer perder peso.

Nos últimos anos os rótulos de vários refrigerantes foram alterados. O termo diet foi substituído por light. A Coca-Cola Light, por exemplo, é antiga Coca-Cola Diet. A mudança dos componentes edulcorantes (substâncias adoçantes) fez com que as bebidas ficassem mais saborosas. O açúcar continua eliminado da fórmula, por isso apesar do nome o produto ainda é considerado dietético.

Light

Os alimentos light são regulamentados pela Portaria SVS/MS nº. 27/1998, da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA). As bebidas light são regulamentadas pela Instrução Normativa 29/99 do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa).

Não é exigido nenhuma informação em especial no rótulo.

O termo light pode ser utilizado em produtos que tenham baixo ou reduzido valor energético ou valor nutricional. Os alimentos light devem ter no máximo 40kcal/100g em produtos sólidos. No caso de bebidas, a proporção é de até 20kcal/100ml ou a redução mínima de 25% em termos de calorias, em comparação com produtos similares convencionais. O produto ao qual o alimento é comparado deve ser indicado no rótulo.

Os consumidores são pessoas saudáveis que buscam produtos com menos calorias ou com quantidade reduzida de algum nutriente, em comparação com o mesmo alimento em sua fórmula convencional. Esses alimentos são recomendados, por exemplo, em dietas para perder peso.

Produtos light só ajudam a perder peso caso haja diminuição significativa no teor de algum nutriente energético. Também é importante ressaltar que o consumo em excesso de um produto que contém menos calorias em relação ao original pode encadear a ingestão de uma quantidade igual ou até maior de calorias, comparada ao consumo moderado de algo não-light.

O chocolate light traz a redução de algum nutriente específico ou do valor energético. É preciso consultar a tabela nutricional, na embalagem, para saber se essa redução é conveniente para a dieta do consumidor. Para quem tem alguma restrição alimentar, o chocolate light pode não ser o mais indicado.

A maioria dos refrigerantes light também pode ser classificada como diet, uma vez que é livre de açúcares. A confusão para os consumidores aumentou com a chegada da Coca-Cola Zero. Sua formulação é quase idêntica à da light, e ela também não possui açúcar. Essas apostas fazem parte de uma estratégia de marketing, que busca atingir públicos diferentes com produtos bastante semelhantes.

Biscoitos de Batata-Doce



Ingredientes

02 xícaras de açúcar
02 xícaras de batata-doce cozida e passada no espremedor
600 g de Maizena
400 g de manteiga
02 colheres de chá (cheias) de fermento


Preparo

Misture tudo, forme os biscoitos e leve ao forno quente. Depois de quente, abaixe o forno.

terça-feira, 27 de setembro de 2011

Suco de Manga, Abacaxi e Hortelã

 

Ingredientes 

01 Manga descascada e cortada em pedaços
01 Abacaxi médio descascado e cortado em pedaços
01 punhado de hortelã, lavado e higienizado
02 litros de água filtrada
Gelo a gosto

Modo de preparo

No liquidificador, bata a manga e o abacaxi com a água.
Coloque o hortelã e deixe bater mais um pouco, não coloque açúcar e nem adoçante, pois a fruta já tem seu açúcar natural.
Mexa bem e sirva gelado.

NECESSIDADES NUTRICIONAIS DOS IDOSOS

Gif de idosoIdosos constituem um desafio quando a proposta é despertar o seu apetite e suprir a as suas necessidades nutricionais. Devemos sempre estar em alerta em relação a sua saúde bucal, pois nem sempre a dentição é completa ou à existência de uma prótese para a mastigação correta dos alimentos.

Os idosos apresentam uma perda de interesse pela ingestão adequada dos alimentos com teor de fibras e líquidos, pois a perda ou parte da dentição dificulta o consumo de alimentos mais fibrosos e calóricos, ocasionando perda de peso, deficiência de nutrientes, diminuição na elasticidade e motilidade intestinal, levando a cólicas, flatulência e constipação.  

Além disso, é preciso considerar também fatores psicossociais como: aposentadoria, diminuição de renda; solidão, isolamento, depressão; hábitos alimentares anteriores e perda do parceiro(a).

O metabolismo no idoso de 50-70 anos é diminuído em cerca de 7,5% e em 10% após 70-80 anos. As necessidades calóricas de um idoso maior de 70 anos estão em geral diminuídas e associadas a atividade física menor. Recomenda-se para as pessoas acima de 65 anos; 35 a 40 Kcal/kg/dia para os homens e 33 a 40 Kcal/kg/dia para as mulheres.

Fibras
Em relação as fibras a recomendação é de 20-30 g/dia sendo 25% de fibras solúveis (6g) como: frutas, aveia, legumes e cevada, e fibras insolúveis: folhas, trigo, grãos e alguns legumes.

Lipídios
Idosos tendem a apresentar elevação da pressão arterial, elevação do colesterol total e LDL (colesterol ruim) e diminuição do HDL (colesterol bom), principalmente com a redução da atividade física. Verifica-se também uma deficiência de vitaminas lipossolúveis (A, D, E e K).
As recomendações de gorduras da dieta devem ser de 25-35% do valor calórico total da dieta. Em alguns casos, recomenda-se um aumento de 30-40% do valor calórico, o que torna a dieta mais palatável ao idoso com caquexia ou anorexia.

Evitar – As gorduras trans (fast-food, biscoitos recheados, sorvetes cremosos e comida industrializada congelada ou não) devem ser evitadas. Diminuir as gorduras saturadas e o colesterol da alimentação.

Recomendações – A distribuição das gorduras deve ser: Gorduras monoinsaturadas maior que 15 – 20%; Gorduras poliinsaturadas maior que 10%; Gorduras saturadas menor que 7-10%; Colesterol menor que 200mg.

Proteínas
Nos idosos a síntese de proteína está mais lenta. Por tanto, devemos ofertar mais qualidade protéica do que quantidades. Não se recomendam dietas restritivas e vegetarianas extremas. Os aminoácidos essenciais têm suas necessidades aumentadas em até 2 vezes as recomendações de um adulto, para manter o balanço nitrogenado positivo (Ex. metionina e lisina).

Os idosos geralmente apresentam massa magra diminuída e perda de vigor físico e mental. No sentido de elaborarmos uma dieta adequada deve-se preferir peixes (salmão, sardinha, cavalinha) ricos em ômega 3, peito de frango, carne vermelha magra (músculo, patinho, alcatra, filé mignon, coxão mole), leite e seus derivados desnatados.

Evitar – carnes vermelhas gordas (cupim, costela, contrafilé), pernil de porco, vísceras escuras (de frango e de peru), embutidos (salsicha, calabresa), leite e seus derivados integrais.

Recomendação -
É igual ao jovem adulto 0.8 g/Kg/dia. (DRI 2002) ou 10-35% do valor energético total da dieta(DRI2002). Alguns autores recomendam para as pessoas com idade acima de 55 anos 1g/Kg/dia.

Carboidratos
A maior parte da oferta calórica diária deve vir dos carboidratos (50-60%). Os idosos podem ter alterações da curva glicêmica similar ao diabético, onde, é importante ofertar carboidratos integrais ricos em fibras e alimentos com baixo e moderado índice glicêmico.

Deve-se restringir a sacarose e farinhas altamente refinadas, que está associada a causas de constipação intestinal, câncer de cólon e diabetes mellitus. Dar preferência aos carboidratos complexos como arroz, pães e massas integrais, aveia, bolachas integrais, frutas e vegetais variados. É comum em idosos apresentarem flatulência com alguns vegetais como brócolis, pimentão, pepino, couve-flor; uma dieta rica em fibras ajuda na integridade intestinal e diminuição da flatulência.

Evitar – Açúcar refinado, farinha de trigo refinada, melaço de cana, açúcar mascavo.

Líquidos

O idoso passa a ter o mecanismo de sede alterado e reabsorção de água pelo rim também está afetada.O ideal é aumentar sempre que possível 30 ml/ kg peso corporal.
Deve-se incentivar o consumo de sucos naturais, água de coco, gelatina, chá de ervas e água.

Dicas para conquista de uma alimentação saudável para idosos:

- Pedir auxílio à família;
- Fazer as refeições conjuntamente com amigos ou parentes;
- Praticar atividades físicas;
- Fazer suas próprias compras, sozinho ou com a ajuda de um parente ou amigo;
- Elaborar suas refeições com cores (variação de alimentos) e aromas (uso de temperos).

quarta-feira, 18 de maio de 2011

SAL REFINADO E SAL MARINHO

Sabe-se que o ser humano não pode viver sem o sal. Biologistas afirmam frequentemente a importância do cloreto de sódio para a manutenção do metabolismo e do equilíbrio do sistema imunológico, ou de defesa.
Mesmo tentando diminuir a utilização do sal, é quase impossível evita-lo. O sal é um ingrediente presente na maior parte das receitas, inclusive nas doces, porque muitas vezes falta sabor nos alimentos e ele é utilizado para aguça-lo. O sal aumenta o sabor e equilibra o amargo e a acidez. Ele também tem muitas outras funções nas receitas, como regular a fermentação do fermento em pães e conservar carnes. Ele é conhecido como o “aditivo alimentar mais antigo do mundo”, segundo informações do instituto do sal.
Na Natureza os seres vivos adquirem o sódio dos alimentos, sem precisar adicionar alguma coisa, como no caso do sal extra que é usado pelo homem. Na verdade, se vivêssemos em ambiente bem natural, usando apenas alimentos retirados do meio ambiente puro, não precisaríamos de sal. Porém vivemos hoje uma situação mais artificial, sendo grande o nosso desgaste físico e a consequente perda de minerais importantes, seja pelo "stress" moderno, excesso de trabalho, perturbações emocionais (ver, por exemplo, o problema da perda de Zinco nas neuroses e psicoses) seja pelos antinutrientes da dieta comum (açúcar branco, farinhas refinadas etc.) e pela má alimentação.
Existe muita confusão, no entanto, quanto ao uso do sal marinho puro e do sal refinado, sendo que o primeiro é que contém elementos importantes e o segundo é prejudicial.
O sal marinho contém cerca de oitenta e quatro elementos que são, não obstante, eliminados ou extraídos para a comercialização durante o processo industrial para a produção do sal refinado. Perde-se então enxofre, bromo, magnésio, cálcio e outros menos importantes.
Durante a "fabricação" na lavagem do sal marinho são perdidas as algas microscópicas que fixam o iodo natural, sendo necessário depois acrescentar iodo, que é então colocado sob a forma de iodeto de potássio, um conhecido medicamento usado como expectorante em xaropes. Ocorre que o iodeto não é de origem natural. É utilizado para prevenir o bócio como exigência das autoridades de "controle".
No entanto é geralmente usado numa quantidade elevada, superior à quantidade normal de iodo do sal natural, o que predispõe o organismo a doenças da tireoide diferentes do bócio, como nódulos (com maior frequência nas pessoas hoje em dia) de natureza diversa, tumores, câncer, hipoplasia etc.
O sal marinho, não lavado, contém iodo de fácil assimilação e em quantidades ideais. Existem problemas também não observados quanto à adição de iodo artificial. Os aditivos iodados oxidam rapidamente quando expostos à luz. Assim, a dextrose é adicionada como estabilizante, porém, combinada com o iodeto de potássio, produz no sal de mesa uma inconveniente cor roxa, o que exige então a adição de alvejantes como o carbonato de sódio, grande provocador de cálculos renais e biliares, conforme vários estudos científicos. Este produto existe em quantidades descontroladas no sal refinado, pois é impossível a sua distribuição uniforme. Produz cálculos em animais de laboratório, quando usado diariamente em quantidades um pouco inferiores as encontradas habitualmente no sal de cozinha.
Também no processo de lavagem são eliminados componentes como o plâncton (nutriente), o krill (pequeno camarão invisível) e esqueletos de animais marinhos invisíveis. De certa forma, em pequenas quantidades, estes fatores fornecem importantes oligoelementos como zinco, cobre, molibdênio etc., além de cálcio natural. O krill é o alimento único e básico das baleias.
Na industrialização do sal, frequentemente é feita, então, uma lavagem a quente para melhor "clarear" o produto, perdendo-se aí a maior parte dos seus macro e micro elementos essenciais. A maior parte deles úteis na ativação e figuração de enzimas e coenzimas. A utilização do vácuo durante o processo auxilia também a perda de elementos.
Depois de empobrecido, o sal industrial é "enriquecido" com aditivos químicos, contendo então perto de 2% de produtos perigosos. Para evitar liquefazer-se e formar pedras (senão gruda nos saleiros e perde a concorrência para os sais mais "soltinhos"), recebe oxido de cálcio (cal de parede) que favorece também o aparecimento de pedras nos rins e na vesícula biliar devido à sua origem não-natural. Depois outros aditivos são usados, como: ferrocianato e prussiato amarelo de sódio, fosfato tricálcico de alumínio, silicato aluminado de sódio e agentes antiumectantes diversos, entre eles o óxido de cálcio e o carbonato de cálcio. Obtém-se assim o sal refinado que agrada a dona-de-casa: branco, brilhante, soltinho, rico em antiumectantes, alvejantes, estabilizantes e conservantes, mas sem cerca de 2,5% de seus elementos básicos, que não são exigidos por lei...
Entre uma das perdas irreparáveis no sal refinado está o importante íon magnésio, presente no sal marinho sob a forma de cloreto, bromato, sulfato etc., de origem natural.
Sabe-se que a escassez de magnésio no sal refinado favorece também a formação de cálculos e arteriosclerose, além de arteriosclerose em diversas regiões do organismo quando o cálcio de origem não natural está presente, como é caso do sal industrializado.
Sabemos que o magnésio enquanto abundante no adulto é escasso em pessoas idosas, que está relacionado à sensibilidade precoce e impotência. O organismo adulto precisa de cerca de 1g de magnésio por dia. A desmineralização pela lixiviação do solo produz uma diminuição da quantidade de magnésio em vegetais e sementes. O magnésio também está diminuído nos cereais decorticados e farinhas brancas e sempre em quantidades suficientes nos produtos integrais. O sal refinado comum de mesa processado à vácuo ou fervido, possui quantidade de 0,07 % de magnésio. O magnésio promove a atividade das vitaminas e estimula numerosas funções metabólicas e enzimas como a fosfatase alcalina. Participa de modo importante no metabolismo glicídico e na manutenção de equilíbrio fosfato/cálcio.
O sal marinho não é a única fonte de magnésio. Ele está presente normalmente nas folhas verdes (como núcleo da molécula de clorofila) e em muitos alimentos do reino vegetal. Com a alimentação a base de produtos refinados, como sal, açúcar, cereais etc., as pessoas estão expostas a muitos problemas, sem que as autoridades sanitárias atentem para a situação.
Não é necessário usar uma grande quantidade de sal marinho na dieta, como pode parecer. Bastam pequenas quantidades. Sabe-se também que o teor de sódio deste sal é menor que no refinado, que possui elevadas concentrações de sódio sob a forma de cloreto. Isto pode ser verificado provando-se os dois. O sal refinado produz uma sensação desagradável devido a sua concentração, ao passo que uma pedrinha de sal marinho é até agradável ao paladar. Devido ao seu elevado teor de sódio, o sal refinado favorece a pressão alta e a retenção de líquidos, o que não ocorre com o marinho.
O hipertenso pode até usar sal marinho no alimento, dependendo da sua condição clínica, pois os teores de sódio são menores.
Sabemos que quando o profissional de saúde atende um individuo que sofre de pressão alta ele diminui ou suspende o sal, pois a sua capacidade hipertensiva já é conhecida, mas nada se faz para prevenir mais casos de pressão alta informando a população sobre os efeitos do sal.
Resumo dos Efeitos do Sal Refinado e Doenças Correlatas:
Hipertensão arterial
Edemas
Eclampsia e pré-eclampsia
Arteriosclerose cerebral
Aterosclerose
Cálculos renais
Cálculos vesicais
Cálculos biliares
Hipoplasia da tireóide
Nódulos da tireóide
Disfunções das paratireóides
Resumo dos Aditivos Químicos do Sal Refinado:
Iodeto de potássio
Óxido de cálcio
Carbonato de cálcio
Ferrocianeto de sódio
Prussiato amarelo de sódio
Fosfato tricálcico de alumínio
Silicato aluminado de sódio
Dextrose
Talco mineral

Observação Importante:
O sal bruto, retirado das salinas não deve ser usado e sim o sal marinho moído fino (é o mesmo sal grosso próprio para churrascos). O sal bruto que provém dos compartimentos mecanicamente escavados das salinas possui até 20% de agentes poluentes quando oriundo de baías poluídas pelas indústrias. No Brasil temos a sorte de não termos um sal bruto assim, pois a maior parte dele provém de Cabo Frio (RJ) e Mossoró (RN).
Nos Estados Unidos o problema é mais grave, pois o sal contém de 7 a 20 % de agentes poluentes industriais e sujeira. Lá é necessário que ele seja bem lavado e refinado. O uso do sal bruto, mesmo que não muito poluído, está relacionado com o surgimento de calcificações e enrijecimento das juntas, pois estes problemas surgem quando há ingestão prolongada de água pura do mar.
Aconselha-se o uso em pequenas quantidades do sal marinho, evitando-se retirá-lo diretamente das salinas.
Ele deve passar antes pela primeira fase de lavagem leve, que não retira do sal os elementos presos entre os cristais, como ocorre quando o sal é totalmente dissolvido nos tanques de hidratação e ionização.
O sal de rocha só deve ser usado em última circunstância, pois não contém todos os elementos presentes no sal marinho. Origina-se da sedimentação de lagos ou águas paradas e é retirado de minas, também conhecido como "sal gema". Grande parte dos microorganismos e minerais são perdidos com o tempo.

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